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	<title>Maia Tecnologia Agrícola &#187; Proteção de cultivos</title>
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	<description>Alta Tecnologia na Agricultura</description>
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		<title>Genes da resistência contra a ferrugem asiática</title>
		<link>http://www.mtagricola.com.br/2009/06/03/genes-da-resistencia-contra-a-ferrugem-asiatica/</link>
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		<pubDate>Wed, 03 Jun 2009 13:03:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Maia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Proteção de cultivos]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[ferrugem asiática]]></category>
		<category><![CDATA[fitopatologia]]></category>
		<category><![CDATA[genoma]]></category>
		<category><![CDATA[melhoramento genético]]></category>

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		<description><![CDATA[Cientistas brasileiros e americanos identificaram a sequência genética que promovem resistência da planta de soja ao fungo Phakopsora pachyrhizi, agente causador da ferrugem asiática.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_252" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><img class="size-full wp-image-252" title="Ferrugem asiática" src="http://www.mtagricola.com.br/wp-content/uploads/2009/06/ferrugem_asiatica.jpg" alt="Ferrugem asiática" width="200" height="168" /><p class="wp-caption-text">Ferrugem asiática</p></div>
<p>Usando técnicas genômicas, um time de pesquisadores do ARS (Agricultural Research Services), do ISU (Iowa State University) e do Brasil identificaram a sequência genética que promovem resistência da planta de soja ao fungo Phakopsora pachyrhizi, agente causador da ferrugem asiática.</p>
<p><span id="more-251"></span><script type="text/javascript"><!--
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</p>
<p>A ferrugem asiática foi detectada pela primeira vez no Brasil em 2001/20002, chegou aos Estados Unidos em 2004, no Brasil o custo de controle da doença chegou a 8% do total investido na produção.</p>
<p>O mapeamento genético anteriormente mostrava 5 regiões do DNA, ou ‘loci&#8217;, da soja, chamadas de Rpp1, Rpp2, Rpp3, Rpp4 e Rpp5. Através dessas regiões de DNA foram identificados 15000 acessos no banco de germoplasma de soja que foram testados e mostraram o quanto a resistência a ferrugem asiática é incomum, pois menos de 5% dos acessos identificados são resistentes.</p>
<p>Os cientistas fizeram o seqüenciamento do lócus Rpp4 e identificaram um grupo de genes que possivelmente seriam responsáveis pela resistência à ferrugem asiática. Então através de comparações entre cultivares resistentes e suscetíveis e usando técnicas de &#8220;silenciamento gênico&#8221; identificaram o gene Rpp4C4.</p>
<p>Os cientistas Ricardo Abdelnoor Silva e Danielle da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), juntamente com os pesquisadores da ARS e da ISU, publicaram recentemente um artigo na revista &#8220;Plant Physilogy&#8221; mostrando como chegaram a esse gene.</p>
<p>Traduzido e adaptado de: <a title="http://www.sciencedaily.com/releases/2009/03/090328152908.htm" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.sciencedaily.com%2Freleases%2F2009%2F03%2F090328152908.htm','http%3A%2F%2Fwww.sciencedaily.com%2Freleases%2F2009%2F03%2F090328152908.htm')" href="http://www.sciencedaily.com/releases/2009/03/090328152908.htm" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.sciencedaily.com%2Freleases%2F2009%2F03%2F090328152908.htm','http%3A%2F%2Fwww.sciencedaily.com%2Freleases%2F2009%2F03%2F090328152908.htm')" target="_blank">http://www.sciencedaily.com/releases/2009/03/090328152908.htm</a></p>
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</p>
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		<item>
		<title>Nova formulação para bioherbicidas</title>
		<link>http://www.mtagricola.com.br/2009/05/12/nova-formulacao-para-bioherbicidas/</link>
		<comments>http://www.mtagricola.com.br/2009/05/12/nova-formulacao-para-bioherbicidas/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 12 May 2009 17:16:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Maia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos científicos]]></category>
		<category><![CDATA[Proteção de cultivos]]></category>
		<category><![CDATA[biocontrole]]></category>
		<category><![CDATA[bioherbicidas]]></category>
		<category><![CDATA[wow]]></category>

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		<description><![CDATA[Você já ouviu falar de bioherbicidas? É o uso de moléculas de origem orgânica para o controle de plantas infestantes. Geralmente os pesquisadores estudam casos de alelopatia (uma planta que tem algum exsudado que inibe outra planta) e tenta extrair esse exsudado, nascendo assim um bioherbicida, também costumam ser estudados fungos patogênicos às plantas infestantes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><img title="Formulação WOW " src="http://www.nof.co.jp/English/business/Dds/img/product/image03.jpg" alt="Formulação WOW " width="200" height="132" /><p class="wp-caption-text">Formulação WOW </p></div>
<p>Você já ouviu falar de bioherbicidas? É o uso de moléculas de origem orgânica para o controle de plantas infestantes. Geralmente os pesquisadores estudam casos de alelopatia (uma planta que tem algum exsudado que inibe outra planta) e tenta extrair esse exsudado, nascendo assim um bioherbicida, também costumam ser estudados fungos patogênicos às plantas infestantes.</p>
<p><span id="more-73"></span></p>
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</p>
<p>O maior problema dos bioherbicidas é que os mesmos dependem muito das condições ambientais, pois uma simples variação de temperatura pode botar tudo a perder. Foi patenteado recentemente um novo tipo de adjuvante que promete viabilizar os bioherbicidas essa formulação é chamada de “WOW” ou “water-in-oil-in-water”.</p>
<p>Tecnicamente WOW significa água (com o bioherbicida) que é envolvida por uma cápsula de óleo a qual está dispersa em uma solução aquosa. Essa formulação promete manter estáveis as moléculas de bioherbicida, além de evitar o escorrimento da solução pela superfície da folha.</p>
<p>Veja um artigo sobre o WOW aqui:<br />
<a title="http://www3.interscience.wiley.com/journal/118897953/abstract" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww3.interscience.wiley.com%2Fjournal%2F118897953%2Fabstract','http%3A%2F%2Fwww3.interscience.wiley.com%2Fjournal%2F118897953%2Fabstract')" href="http://www3.interscience.wiley.com/journal/118897953/abstract" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww3.interscience.wiley.com%2Fjournal%2F118897953%2Fabstract','http%3A%2F%2Fwww3.interscience.wiley.com%2Fjournal%2F118897953%2Fabstract')" target="_blank">http://www3.interscience.wiley.com/journal/118897953/abstract</a></p>
<p>Participe:</p>
<ul>
<li>Fazendo <strong>comentários</strong> ao final de cada post.</li>
<li>Avaliando, escolhendo uma das “<strong>estrelinhas</strong>” disponíveis.</li>
</ul>
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</p>
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</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Descobertas sobre os mecanismos de defesa das plantas</title>
		<link>http://www.mtagricola.com.br/2009/05/10/descobertas-sobre-os-mecanismos-de-defesa-das-plantas/</link>
		<comments>http://www.mtagricola.com.br/2009/05/10/descobertas-sobre-os-mecanismos-de-defesa-das-plantas/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 10 May 2009 20:57:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Maia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Proteção de cultivos]]></category>
		<category><![CDATA[controle biológico]]></category>
		<category><![CDATA[elicitores bióticos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.mtagricola.com.br/?p=33</guid>
		<description><![CDATA[O futuro da proteção de plantas. Cientistas identificaram a estratégia usada por algumas plantas para combater o ataque de insetos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption alignleft" style="width: 211px"><img title="Spodoptera frugiperda" src="http://insects.tamu.edu/images/animalia/arthropoda/insecta/lepidoptera/noctuidae/spodoptera_frugiperda_larva_oblique_m_01.jpg" alt="" width="201" height="132" /><p class="wp-caption-text">Spodoptera frugiperda</p></div>
<p style="text-align: left;">O futuro da proteção de plantas. Cientistas identificaram a estratégia usada por algumas plantas para combater o ataque de insetos.</p>
<p><span id="more-33"></span></p>
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</p>
<p>Quando insetos ingerem partes de uma planta a digestão transforma proteinas em peptídeos conhecidos como &#8220;elicitores bióticos&#8221;, que quando são secretados de volta para a planta, desencadeiam uma série de reações químicas ativando os mecanismos de defesa da planta.</p>
<p>Por exemplo, a planta pode liberar ferormônios que atraem o inimigo natural do inseto atacante.</p>
<p>Isso não é válido apenas para insetos mas patógenos de uma maneira geral.</p>
<p>No link abaixo tem uma reportagem interessante sobre o assunto e um vídeo ilustrativo:<br />
<a title="http://www.sciencedaily.com/videos/2007/0906-plants_under_attack.htm" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.sciencedaily.com%2Fvideos%2F2007%2F0906-plants_under_attack.htm','http%3A%2F%2Fwww.sciencedaily.com%2Fvideos%2F2007%2F0906-plants_under_attack.htm')" href="http://www.sciencedaily.com/videos/2007/0906-plants_under_attack.htm" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.sciencedaily.com%2Fvideos%2F2007%2F0906-plants_under_attack.htm','http%3A%2F%2Fwww.sciencedaily.com%2Fvideos%2F2007%2F0906-plants_under_attack.htm')" target="_blank">http://www.sciencedaily.com/videos/2007/0906-plants_under_attack.htm</a></p>
<p>Nesse outro link, se fala mais sobre elicitores bióticos:<br />
<a title="http://www.grupocultivar.com.br/artigos/artigo.asp?id=763" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.grupocultivar.com.br%2Fartigos%2Fartigo.asp%3Fid%3D763','http%3A%2F%2Fwww.grupocultivar.com.br%2Fartigos%2Fartigo.asp%3Fid%3D763')" href="http://www.grupocultivar.com.br/artigos/artigo.asp?id=763" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.grupocultivar.com.br%2Fartigos%2Fartigo.asp%3Fid%3D763','http%3A%2F%2Fwww.grupocultivar.com.br%2Fartigos%2Fartigo.asp%3Fid%3D763')" target="_blank">http://www.grupocultivar.com.br/artigos/artigo.asp?id=763</a></p>
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</p>
<p>Participe:</p>
<ul>
<li>Comentando.</li>
<li>Marcando esse post com as &#8220;estrelinhas&#8221;.</li>
</ul>
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</p>
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