<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Maia Tecnologia Agrícola &#187; Agroinformática</title>
	<atom:link href="http://www.mtagricola.com.br/category/agroinformatica/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.mtagricola.com.br</link>
	<description>Alta Tecnologia na Agricultura</description>
	<lastBuildDate>Thu, 22 Dec 2011 18:37:13 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator>
		<item>
		<title>Planilha de calagem 1.7</title>
		<link>http://www.mtagricola.com.br/2011/01/28/planilha-de-calagem-17/</link>
		<comments>http://www.mtagricola.com.br/2011/01/28/planilha-de-calagem-17/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 28 Jan 2011 11:00:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Maia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agroinformática]]></category>
		<category><![CDATA[calagem]]></category>
		<category><![CDATA[calcário]]></category>
		<category><![CDATA[gratuita]]></category>
		<category><![CDATA[planilha]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia Agrícola]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.mtagricola.com.br/?p=235</guid>
		<description><![CDATA[Nova versão da planilha de calagem, novas funcionalidades, leitores do site satisfeitos, maior produtividade no campo! Está disponível a versão 1.7 da Planilha de calagem!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_216" class="wp-caption alignleft" style="width: 250px"><img class="size-full wp-image-216" title="Planilha de Calagem " src="http://www.mtagricola.com.br/wp-content/uploads/2009/05/logo.jpg" alt="Planilha de Calagem 1.7" width="240" height="80" /><p class="wp-caption-text">Planilha de Calagem 1.7</p></div>
<p>Nova versão da planilha de calagem, novas funcionalidades, leitores do site satisfeitos, maior produtividade no campo! Está disponível a versão 1.7 da Planilha de calagem!<span id="more-235"></span></p>
<p><script type="text/javascript"><!--
google_ad_client = "pub-4676325895456143";
google_ad_slot = "8110732647";
google_ad_width = 336;
google_ad_height = 280;
//--></script>
<script type="text/javascript" src="http://pagead2.googlesyndication.com/pagead/show_ads.js"></script>
</p>
<p>Atendendo a 64% das pessoas que votaram na enquete, a Planilha de calagem agora funciona para os vários estados. Pois o método de saturação de bases pode ser usado para os estados de Minas Gerais, Paraná, São Paulo, Bahia, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.</p>
<p>A planilha agora faz o cálculo pelo método da neutralização do alumínio e elevação dos teores de Ca e Mg, esse método pode ser usado nos estados do Espírito Santo, Minas Gerais, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.</p>
<p>E atendendo a 14% do votantes a planilha agora recomenda o tipo de calcário a ser utilizado, se dolomítico, calcítico ou magnesiano.</p>
<div id="attachment_217" class="wp-caption alignnone" style="width: 560px"><img class="size-full wp-image-217" title="Planilha de Calagem 1.7" src="http://www.mtagricola.com.br/wp-content/uploads/2009/05/planilha_de_calagem_1_7.jpg" alt="Planilha de Calagem 1.7" width="550" height="452" /><p class="wp-caption-text">Planilha de Calagem 1.7</p></div>
<p>Preciso que vocês testem a planilha com várias análises de solo. E escrevam aqui nos comentários se acharam alguma coisa estranha. Eu farei isso de toda forma, mas gostaria dos palpites de todos vocês.</p>
<p>Salva de palmas para os companheiros:</p>
<ul>
<li><strong>Leonel Ferreira</strong> (Enviou diversos materiais que vou incrementar aos poucos na nossa planilha)</li>
<li><strong>Ramiro</strong> (Enviou o comentário sobre as percentagens de Ca e Mg)</li>
</ul>
<p>Eles entraram para o rol da fama. Pababéns!</p>
<p>Se eu te ajudei a economizar e/ou ganhar um dinheirinho com essa planilha, sinta-se a vontade para fazer uma doação, usando o Pagseguro do UOL, clique no botão abaixo.</p>
<p><!-- INICIO FORMULARIO BOTAO PAGSEGURO --></p>
<form style="text-align: center;" action="https://pagseguro.uol.com.br/security/webpagamentos/webdoacao.aspx" method="post">
<input name="email_cobranca" type="hidden" value="bruno@mtagricola.com.br" />
<input name="moeda" type="hidden" value="BRL" />
<input alt="Pague com PagSeguro - é rápido, grátis e seguro!" name="submit" src="https://pagseguro.uol.com.br/Security/Imagens/FacaSuaDoacao.gif" type="image" /> </form>
<p><!-- FINAL FORMULARIO BOTAO PAGSEGURO --></p>
<p style="text-align: center;">Para baixar a versão 1.7 da planilha, vá para a página de downloads.</p>
<h1 style="text-align: center;"><a class="aligncenter" title="Clique aqui" href="http://www.mtagricola.com.br/downloads/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.mtagricola.com.br%2Fdownloads%2F','Clique+aqui')" target="_self">Clique aqui</a></h1>
<p>Cadastre seu e-mail para você receber automaticamente todas as atualizações do site.</p>
<form style="border: 1px solid #ccc; padding: 3px; text-align: center;" action="http://feedburner.google.com/fb/a/mailverify" method="post">Escreva seu email:</p>
<input style="width: 140px;" name="email" type="text" />
<input name="uri" type="hidden" value="com/WHqd" />
<input name="loc" type="hidden" value="pt_BR" />
<input type="submit" value="Cadastrar" />Atualizações por email</p>
</form>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.mtagricola.com.br/2011/01/28/planilha-de-calagem-17/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>7</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Inteligência artificial na agricultura</title>
		<link>http://www.mtagricola.com.br/2009/06/01/inteligencia-artificial-na-agricultura/</link>
		<comments>http://www.mtagricola.com.br/2009/06/01/inteligencia-artificial-na-agricultura/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2009 17:09:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Maia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agroinformática]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência artificial]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.mtagricola.com.br/?p=247</guid>
		<description><![CDATA[Quando se fala de inteligência artificial na agricultura, não estamos falando de robôs que realizem trabalhos de homens, mas sim de sistemas de informática que ajudem em diagnóstico, planejamento e em elaboração de soluções.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_248" class="wp-caption alignleft" style="width: 203px"><img class="size-full wp-image-248" title="Inteligência Artificial" src="http://www.mtagricola.com.br/wp-content/uploads/2009/06/artificialintelligence.gif" alt="Inteligência Artificial" width="193" height="200" /><p class="wp-caption-text">Inteligência Artificial</p></div>
<p>No filme Inteligência Artificial de Steven Spielberg, Dave era um robô que podia imitar em tudo uma criança humana, sendo inclusive capaz de &#8220;sentir&#8221; aquilo que nos faz humanos, o amor.<span id="more-247"></span><script type="text/javascript"><!--
google_ad_client = "pub-4676325895456143";
google_ad_slot = "8110732647";
google_ad_width = 336;
google_ad_height = 280;
//--></script>
<script type="text/javascript" src="http://pagead2.googlesyndication.com/pagead/show_ads.js"></script>
</p>
<p>Talvez essa cena esteja bem distante dos nossos dias, mas a inteligência artificial, é uma realidade hoje, é algo que possui atuação em diversos ramos da atividade humana, inclusive na agricultura.</p>
<p>Não se trata de robôs que realizem trabalhos de homens, mas sim de sistemas de informática que ajudem em diagnóstico, planejamento e em elaboração de soluções.</p>
<p>Esses sistemas são conhecidos como &#8220;Sistemas Especialistas&#8221;, são programas de computador, que, alimentados com informações sobre um domínio do conhecimento, são capazes de diagnosticar, prever ou planejar ações sobre um problema específico.</p>
<p>Um exemplo prático disso é o programa &#8220;SECAJU&#8221; construído na Universidade Federal do Ceará, que identifica as principais pragas e doenças da cultura do caju.</p>
<p>O programa age como um especialista na área de fitopatologia e entomologia, ele faz perguntas ao usuário cujas respostas sempre serão &#8220;sim&#8221; ou &#8220;não&#8221;, identificando os sintomas de determinada doença ou praga, como um sintoma às vezes pode ser uma característica subjetiva o programa permite ao usuário dizer o grau de certeza de sua resposta, assim ao final da investigação o sistema fornece as possíveis pragas e, ou doenças que condizem aos sintomas apresentados, esses resultados são apresentados em ordem do mais possível para o menos possível, de acordo com o grau de certeza especificada na descrição de cada sintoma.</p>
<p>O SECAJU foi construído em uma &#8220;Ferramenta SHELL&#8221; um programa que permite criar sistemas especialistas em qualquer área, a &#8220;Ferramenta SHELL&#8221; utilizada foi o &#8220;Expert SINTA&#8221;, também construído na UFCE, existem diversas &#8220;Ferramenta SHELL&#8221; o &#8220;Expert SINTA&#8221; destaca-se por ser de fácil utilização, ser totalmente em português e ser gratuito, disponível no site: <a title="http://www.lia.ufc.br" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.lia.ufc.br','http%3A%2F%2Fwww.lia.ufc.br')" href="http://www.lia.ufc.br" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.lia.ufc.br','http%3A%2F%2Fwww.lia.ufc.br')" target="_blank">http://www.lia.ufc.br</a>.</p>
<p>Existem inúmeras aplicações de sistemas especialistas na área agrícola, evidenciando assim que a inteligência artificial é uma realidade em nossos dias e que tende a crescer cada vez mais.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.mtagricola.com.br/2009/06/01/inteligencia-artificial-na-agricultura/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Grátis &#8211; Planilha de calagem 1.5</title>
		<link>http://www.mtagricola.com.br/2009/05/19/gratis-planilha-de-calagem-15/</link>
		<comments>http://www.mtagricola.com.br/2009/05/19/gratis-planilha-de-calagem-15/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 19 May 2009 21:08:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Maia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agroinformática]]></category>
		<category><![CDATA[adubação]]></category>
		<category><![CDATA[calagem]]></category>
		<category><![CDATA[freeware]]></category>
		<category><![CDATA[gratuita]]></category>
		<category><![CDATA[planilha]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.mtagricola.com.br/?p=142</guid>
		<description><![CDATA[Versão 1.5 da planilha de calagem totalmente gratuita.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_144" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><a href="http://www.mtagricola.com.br/2009/05/19/gratis-planilha-de-calagem-15gratis-planilha-de-calagem-15/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.mtagricola.com.br%2F2009%2F05%2F19%2Fgratis-planilha-de-calagem-15gratis-planilha-de-calagem-15%2F','CB055265')"><img class="size-full wp-image-144" title="CB055265" src="http://www.mtagricola.com.br/wp-content/uploads/2009/05/solo_nas_maos.jpg" alt="Solo em boas mãos" width="200" height="160" /></a><p class="wp-caption-text">Solo em boas mãos</p></div>
<p>O que era bom ficou melhor! É a versão 1.5 da planilha de calagem. O espírito é o mesmo esse é um projeto freeware. Totalmente gratuito e sem segundas intenções.</p>
<p><span id="more-142"></span><br />
<script type="text/javascript"><!--
google_ad_client = "pub-4676325895456143";
google_ad_slot = "8110732647";
google_ad_width = 336;
google_ad_height = 280;
//--></script>
<script type="text/javascript" src="http://pagead2.googlesyndication.com/pagead/show_ads.js"></script>
</p>
<p>Nessa versão ela classificaca mais teores. Eu fiz também uma melhor divisão dos tipos de dados separando:</p>
<ul>
<li>Dados da análise de solo</li>
<li>Dados da cultura</li>
<li>Dados do calcário</li>
<li>Calagem</li>
</ul>
<div id="attachment_155" class="wp-caption aligncenter" style="width: 560px"><a href="http://www.mtagricola.com.br/wp-content/uploads/2009/05/planilha_de_calagem_1_5.png" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.mtagricola.com.br%2Fwp-content%2Fuploads%2F2009%2F05%2Fplanilha_de_calagem_1_5.png','planilha_de_calagem_1_5')"><img class="size-full wp-image-155" title="planilha_de_calagem_1_5" src="http://www.mtagricola.com.br/wp-content/uploads/2009/05/planilha_de_calagem_1_5.png" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.mtagricola.com.br%2Fwp-content%2Fuploads%2F2009%2F05%2Fplanilha_de_calagem_1_5.png','planilha_de_calagem_1_5')" alt="Planilha de calagem 1.5" width="550" height="471" /></a><p class="wp-caption-text">Planilha de calagem 1.5</p></div>
<p>Como eu já havia dito, pra melhorar a planilha eu preciso da ajuda de vocês. Pra poder usar a planilha em outros estados, preciso das tabelas de classificação de nutrientes de cada estado. Pra poder fazer isso que fiz nessa: &#8220;Muito Bom&#8221;, &#8220;Bom&#8221;, &#8220;Médio&#8221;, &#8220;Baixo&#8221;, &#8220;Muito baixo&#8221;.</p>
<p>Também preciso da metodologia utilizada em cada estado. A próxima que estou desenvolvendo é &#8220;Neutralização do Alumínio&#8221;.</p>
<p>Ainda quero que a planilha recomende o tipo de calcário a ser utilizado e que calcule também as despesas da aplicação.</p>
<p>E você? Qual sua sugestão?Qual é o seu estado? Como é a tabela de classificação dos teores aí? Bate com os resultados da nossa planilha? Qual a metodologia usada para o cálculo da necessidade de calagem?</p>
Note: There is a poll embedded within this post, please visit the site to participate in this post's poll.
<p>Outras formas de ajudar:</p>
<ul>
<li>Divulgando o projeto.</li>
<li>Apoiando os anunciantes do site, ele me apoiam.</li>
<li>Fazendo uma doação para o projeto.</li>
</ul>
<p style="text-align: center;">Para doar clique no link abaixo:</p>
<p><!-- INICIO FORMULARIO BOTAO PAGSEGURO --></p>
<form style="text-align: center;" action="https://pagseguro.uol.com.br/security/webpagamentos/webdoacao.aspx" method="post">
<input name="email_cobranca" type="hidden" value="bruno@mtagricola.com.br" />
<input name="moeda" type="hidden" value="BRL" />
<input alt="Pague com PagSeguro - é rápido, grátis e seguro!" name="submit" src="https://pagseguro.uol.com.br/Security/Imagens/FacaSuaDoacao.gif" type="image" /> </form>
<p><!-- FINAL FORMULARIO BOTAO PAGSEGURO --></p>
<p>Para baixa a versão 1.5 da planilha clique no link com o botão direito e depois em &#8220;Salvar como&#8221;.</p>
<h1 style="text-align: center;"><a title="Planilha de calagem Versão 1.7" href="http://www.mtagricola.com.br/2009/05/29/planilha-de-calagem-17/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.mtagricola.com.br%2F2009%2F05%2F29%2Fplanilha-de-calagem-17%2F','Planilha+de+calagem+Vers%C3%A3o+1.7')" target="_self">PLanilha de Calagem Versão 1.7</a></h1>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.mtagricola.com.br/2009/05/19/gratis-planilha-de-calagem-15/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>14</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ciência agrícola mostra seu calcanhar-de-aquiles</title>
		<link>http://www.mtagricola.com.br/2009/05/14/ciencia-agricola-mostra-seu-calcanhar-de-aquiles/</link>
		<comments>http://www.mtagricola.com.br/2009/05/14/ciencia-agricola-mostra-seu-calcanhar-de-aquiles/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 14 May 2009 13:29:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Maia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agroinformática]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[embrapa]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.mtagricola.com.br/?p=77</guid>
		<description><![CDATA[Fala sobre o um projeto chamado "Cabrito ecológico", é uma crítica à falta de pesquisas voltada para a agricultura familiar e faz um relato interessante sobre a história da EMBRAPA.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption alignleft" style="width: 194px"><a href="http://www.mtagricola.com.br/2009/05/14/ciencia-agrico…har-de-aquilesciencia-agricola-mostra-seu-calcanhar-de-aquiles/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.mtagricola.com.br%2F2009%2F05%2F14%2Fciencia-agrico%E2%80%A6har-de-aquilesciencia-agricola-mostra-seu-calcanhar-de-aquiles%2F','Qual+a+melhor+ci%C3%AAncia%3F')"><img title="Qual a melhor ciência?" src="http://network.nationalpost.com/np/blogs/fpcomment/junkscience.jpg" alt="Qual a melhor ciência?" width="184" height="184" /></a><p class="wp-caption-text">Qual a melhor ciência?</p></div>
<p>O texto a seguir fala sobre o um projeto chamado &#8220;Cabrito ecológico&#8221;, é uma crítica à falta de pesquisas voltada para a agricultura familiar e faz um relato interessante sobre a história da EMBRAPA.</p>
<p>O Brasil dispõe do sistema de ciência e tecnologia agrícola mais desenvolvido do mundo tropical, com múltiplas soluções ambientais e de produtividade, mas que poucas vezes chega ao seu suposto principal beneficiário: o pequeno agricultor. &#8220;Esse é o gargalo&#8221;, admite Alfredo Barreto Luiz, pesquisador que exerceu várias funções de direção na Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), uma rede de 38 centros científicos e três de serviços distribuídos por todo o país.</p>
<p><span id="more-77"></span></p>
<p><script type="text/javascript"><!--
google_ad_client = "pub-4676325895456143";
google_ad_slot = "2712125048";
google_ad_width = 468;
google_ad_height = 15;
//--></script>
<script type="text/javascript" src="http://pagead2.googlesyndication.com/pagead/show_ads.js"></script>
</p>
<p>A Embrapa foi criada há 35 anos junto com outra empresa estatal para a extensão rural, que acabou desmantelada em 1990 sem que sua tarefa fosse bem desempenhada por nenhum órgão estatal ou local de assistência técnica. Assim “rompeu-se o círculo” que começa na demanda do agricultor, gera pesquisas da Embrapa e deveria retornar com respostas para o campo, disse Barreto ao Terramérica. Um exemplo é o processo de produção sustentável de cabras, desenvolvido pela Embrapa Semi-Árido, centro dedicado ao ecossistema mais seco e mais pobre do Brasil, no Nordeste.</p>
<p>Trata-se da criação de cabras por pequenos produtores para obter carne mediante um manejo alimentar, sanitário e reprodutivo mais eficiente, explicou o veterinário Daniel Maia, um dos responsáveis pelo projeto. Maia informou ao Terramérica que a técnica, comprovada em duas propriedades, não pode ser levada a outras por falta de recursos. O gado caprino é adequado para o Nordeste, onde há 9,6 milhões de cabeças e pode ser uma boa fonte de renda para os camponeses, pois permite abater reses de sete meses para venda da carne. O gado bovino exige mais tempo, terras e investimentos fora do alcance de agricultores pobres, destacou o pesquisador.</p>
<p>Maia propôs cruzar raças nativas com reprodutores estrangeiros, mais produtivos, em grupos e épocas favoráveis, para obter muitas crias da mesma idade e melhorar o controle dos filhotes e a comercialização. A alimentação, com espécies forrageiras locais e estoques em silos para garantir rações durante o verão, permite criar dois bodes por hectare, mais que o dobro da produtividade usual. Para garantir um gado orgânico, apela-se para cuidados higiênicos e medicamentos naturais, à base de vegetais locais de eficácia comprovada, recorrendo a remédios químicos apenas em último caso, disse Maia.</p>
<p><script type="text/javascript"><!--
google_ad_client = "pub-4676325895456143";
google_ad_slot = "2712125048";
google_ad_width = 468;
google_ad_height = 15;
//--></script>
<script type="text/javascript" src="http://pagead2.googlesyndication.com/pagead/show_ads.js"></script>
</p>
<h3>Filha da revolução verde</h3>
<p>A Embrapa, que no final de 2007 empregava 2.294 pesquisadores e 6.338 assistentes, nasceu para promover a revolução verde e aumentar a produtividade com fins claramente econômicos, “No que não foi eficiente”, observou Tatiana Sá, membro da direção-executiva que trabalha na instituição desde 1974. Quase todos os pesquisadores eram agrônomos, mas a partir dos anos 90 se diversificou o quadro &#8211; com geólogos, cartógrafos, especialistas em estatísticas e muitos outros técnicos com pós-graduação, antes escassos no Brasil &#8211; para responder aos novos desafios da sustentabilidade ambiental e às demandas crescentes de autonomia e poder dos movimentos sociais, reforma agrária e controle social, recordou Tatiana. Nesse processo também foram criadas novas unidades de pesquisa e serviços, como as de Meio Ambiente, Agrobiologia e Agroenergia.</p>
<p>A Embrapa foi decisiva para “acrescentar ciência e segurança à agricultura tropical”, embora o Brasil tenha o “privilégio” de abrigar os mais variados ecossistemas e climas, disse a diretora. Assim, o país superou “a inferioridade técnica” de receptor de tecnologias do mundo desenvolvido e passou para uma cooperação internacional de mão dupla, instalando laboratórios virtuais que são “antenas” na Europa e nos Estados Unidos, para articular grupos e captar “novas agendas”, explicou Tatiana. A cooperação Sul-Sul, mais recente, começa com um escritório na África.</p>
<p>Uma linha de trabalho da Embrapa é a de reduzir insumos agrícolas, como os caros fertilizantes quase sempre importados, por razões econômicas e ambientais. Uma inovação &#8211; que aumentou a competitividade agrícola brasileira e economizou milhares de milhões de dólares em fertilizantes derivados do petróleo &#8211; se baseou no aproveitamento da fixação do nitrogênio do ar por parte da soja, acentuada quando são inoculadas bactérias nas plantas. A Embrapa desenvolve e transfere tecnologia de forma gratuita a grupos organizados de agricultores, cooperativas, sindicatos rurais e prefeituras, entre outras entidades. Financia todas as suas atividades com orçamento público e às vezes também com fundos a título de patentes e serviços.</p>
<p>Diante do desafio da mudança climática, a Embrapa atua em três eixos: reduzir as vulnerabilidades, diminuir as emissões de gases causadores do efeito estufa e adaptar-se às novas condições. Com seus variados climas, o Brasil tem espécies de grande resistência à escassez e ao excesso de água.</p>
<p><script type="text/javascript"><!--
google_ad_client = "pub-4676325895456143";
google_ad_slot = "2712125048";
google_ad_width = 468;
google_ad_height = 15;
//--></script>
<script type="text/javascript" src="http://pagead2.googlesyndication.com/pagead/show_ads.js"></script>
</p>
<h3>A chave da produtividade</h3>
<p>“A maior contribuição ambiental”, que a ciência e a tecnologia agrícola podem oferecer, “é o aumento da produtividade”, já enorme no Brasil, afirma Barreto. Ao usar “menos terras e menos insumos”, contamina-se menos. Sem a produtividade alcançada nos últimos 30 anos, a área desmatada seria enorme, argumentou. Entretanto, também há problemas. A produção se baseou excessivamente em agrotóxicos, abuso estimulado pelo petróleo barato. “A revolução verde foi subsidiada pelo baixo custo dos insumos fósseis”, admitiu Barreto.</p>
<p>Além do mais, os desequilíbrios são brutais: há “campeões da produtividade que chegam a 16 toneladas de milho por hectare, contra uma média de três toneladas” e fazendas que produzem muito menos, afirmou o pesquisador. Muitos agricultores ignoram as tecnologias disponíveis, dados sobre solos, sementes adaptadas ou como combater pragas, outros não têm recursos financeiros para aplicá-los. Por isso, é vital a assistência técnica extensiva, disse Barreto. O desenvolvimento e a transferência de tecnologias aos pequenos agricultores têm de ser estatais, porque o setor privado se orienta para o lucro, afirmou.</p>
<p>Além de ser “o país que mais entende de agricultura tropical”, o Brasil tem a vantagem de a desenvolver com “menor dependência do petróleo”. A semeadura direta, que deixa os resíduos vegetais da colheita sobre o solo, “armazenando água e matéria orgânica”, é uma prática que se generalizou no país, e aproveita o nitrogênio e o carbono desses dejetos, explicou Barreto. O calor e a umidade geram “uma intensa atividade microbiana” no solo, favorecendo esse processo que economiza fertilizantes, acrescentou. Sem as pressões econômicas de curto prazo, a agricultura seria ecológica, porque “os recursos naturais representam uma necessidade vital”, acrescentou.</p>
<p>A Embrapa adotou, ultimamente, iniciativas para “uma ciência mais harmônica com o meio ambiente”, mas ainda são “marginais”, e o modelo de “uso intensivo de insumos, petróleo e energia” mantém seu predomínio, disse Luciano Silveira, um dos coordenadores da não-governamental Articulação do Semi-Árido (Asa), uma rede de mais de 700 movimentos e organizações sociais do Nordeste, que dissemina, associada com a população, tecnologias para conviver com o semi-árido. Construir um milhão de cisternas, pequenas represas subterrâneas e outras formas de armazenar água para beber e plantar e criar bancos comunitários de sementes são algumas ações da Asa, que ganhou reconhecimento por seu êxito ambiental, social e de participação popular.</p>
<p>Por Mario Osava, correspondente da IPS.</p>
<p>Artigo produzido para o Terramérica, projeto de comunicação dos Programas das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) e para o Desenvolvimento (Pnud), realizado pela Inter Press Service (IPS) e distribuído pela Agência Envolverde.</p>
<p>© Copyleft &#8211; É livre a reprodução exclusivamente para fins não comerciais, desde que o autor e a fonte sejam citados e esta nota seja incluída.</p>
<p><script type="text/javascript"><!--
google_ad_client = "pub-4676325895456143";
google_ad_slot = "2712125048";
google_ad_width = 468;
google_ad_height = 15;
//--></script>
<script type="text/javascript" src="http://pagead2.googlesyndication.com/pagead/show_ads.js"></script>
</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.mtagricola.com.br/2009/05/14/ciencia-agricola-mostra-seu-calcanhar-de-aquiles/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Modelos computacionais para a agricultura</title>
		<link>http://www.mtagricola.com.br/2009/05/13/modelos-computacionais-para-a-agricultura/</link>
		<comments>http://www.mtagricola.com.br/2009/05/13/modelos-computacionais-para-a-agricultura/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 13 May 2009 12:53:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Maia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agroinformática]]></category>
		<category><![CDATA[modelos computacionais]]></category>
		<category><![CDATA[regressão múltipla]]></category>
		<category><![CDATA[suporte a decisão]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.mtagricola.com.br/?p=78</guid>
		<description><![CDATA[No Brasil e em outros países em desenvolvimento, há pouca disponibilidade de modelos computacionais aplicáveis à estimativa da produtividade de culturas e à análise financeira, em resposta à configuração e ao manejo de sistemas de irrigação e/ou drenagem. Um aspecto significativo é que modelos computacionais dessa natureza devem ser aplicáveis conforme a disponibilidade de dados nesses países. Em estudo relacionado à sustentabilidade da agricultura irrigada em países em desenvolvimento (inclusive Brasil), Abbott &#038; Leeds-Harrison (1998) relatam que o IPTRID (International Program for Technology Research in Irrigation and Drainage) detectou, como uma das principais demandas de pesquisa para drenagem agrícola, tanto em regiões de clima árido ou semi-árido quanto úmido ou sub-úmido, o desenvolvimento de ferramentas computacionais de interface amigável aplicáveis ao delineamento e planejamento de projetos de drenagem associados a projetos de irrigação.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption alignleft" style="width: 243px"><img title="Feijão irrigado" src="http://www.irrigacerto.com.br/imagens/foto1Grande.jpg" alt="Feijão irrigado" width="233" height="185" /><p class="wp-caption-text">Feijão irrigado</p></div>
<p>Modelos computacionais pra quem nunca ouviu falar, são sistemas preparados para trabalhar com variáveis e seus respectivos conjuntos de dados.</p>
<p>Logo, um modelo computacional agrícola com o objetivo de prever a produção de feijão por exemplo pode ser alimentado com variávveis sobre o solo (densidade, profundidade, textura, etc&#8230;), sobre a planta (área foliar, reflectância, altura, etc&#8230;) e clima (temperatura, evapotranspiração, umidade, etc&#8230;). <span id="more-78"></span><br />
<script type="text/javascript"><!--
google_ad_client = "pub-4676325895456143";
google_ad_slot = "2712125048";
google_ad_width = 468;
google_ad_height = 15;
//--></script>
<script type="text/javascript" src="http://pagead2.googlesyndication.com/pagead/show_ads.js"></script>
</p>
<p>No entanto, só a variáveis não bastam para construir o modelo, são necessários os dados que o alimentarão, usando nosso exemplo simplista seria necessário que em uma propriedade X eu coletasse todos os dados (que respondem às variáveis que listei acima), por várias safras, quanto maior o conjunto de dados maior a precisão do modelo.</p>
<p>Assim, tendo um bom modelo e um bom conjunto de dados, tenho condições de prever minha produtividade, quanto irei gastar com insumos, entre outros dados.</p>
<p>Essas previsões são feitas com base na análise estatística dos dados, usando-se modelos de regressão múltipla. Ou seja, isso já existe a muito anos, muito antes dos computadores modernos, precisamos de um sistema computacional porque a quantidade de cálculos é imensa.</p>
<p>Por isso, modelos computacionais são ferramentas de apoio a tomada de decisão. Talvez essa seja uma realidade distante hoje no Brasil e em outros países em desenvolvimentom, mas acredite esse é futuro,<br />
modelos computacionais aplicáveis à estimativa da produtividade de culturas e à análise financeira.</p>
<p>Quer saber mais?</p>
<p><a title="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1415-43662008000100001&amp;lng=en&amp;nrm=iso&amp;tlng=ptpt" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.scielo.br%2Fscielo.php%3Fscript%3Dsci_arttext%26amp%3Bpid%3DS1415-43662008000100001%26amp%3Blng%3Den%26amp%3Bnrm%3Diso%26amp%3Btlng%3Dptpt','http%3A%2F%2Fwww.scielo.br%2Fscielo.php%3Fscript%3Dsci_arttext%26amp%3Bpid%3DS1415-43662008000100001%26amp%3Blng%3Den%26amp%3Bnrm%3Diso%26amp%3Btlng%3Dptpt')" href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1415-43662008000100001&amp;lng=en&amp;nrm=iso&amp;tlng=ptpt" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.scielo.br%2Fscielo.php%3Fscript%3Dsci_arttext%26amp%3Bpid%3DS1415-43662008000100001%26amp%3Blng%3Den%26amp%3Bnrm%3Diso%26amp%3Btlng%3Dptpt','http%3A%2F%2Fwww.scielo.br%2Fscielo.php%3Fscript%3Dsci_arttext%26amp%3Bpid%3DS1415-43662008000100001%26amp%3Blng%3Den%26amp%3Bnrm%3Diso%26amp%3Btlng%3Dptpt')" target="_blank">Nesse link</a>, temos um trabalho feito em viçosa, em que o autor construiu um modelo computacional para suporte à decisão em áreas irrigadas. O autor usa um programa chamado  MCID que é um programa computacional cuja aplicação é uma seqüência de entrada de dados, processamento de cálculos e acesso aos resultados. A entrada de dados é feita diretamente nos formulários do programa ou por arquivos texto criados a partir de planilhas eletrônicas (Excel, QuatroPro, Lotus, dentre outras). O acesso aos resultados é feito por meio dos formulários do programa ou arquivos de resultados. Este modelo computacional pode ser utilizado para:</p>
<ul>
<li>Planejamento (estudos de delineamento de projeto ou planejamento periódico) &#8211; diferentes estratégias de manejo de irrigação e/ou configurações do sistema de drenagem podem ser testadas.</li>
<li>Tomada de decisão quanto ao manejo de irrigação &#8211; quando a simulação estiver sendo feita para um projeto já implantado, no ano corrente, poderão ser obtidas informações a respeito de quando e quanto irrigar.</li>
</ul>
<p><a title="http://agron.scijournals.org/cgi/content/abstract/101/3/572" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fagron.scijournals.org%2Fcgi%2Fcontent%2Fabstract%2F101%2F3%2F572','http%3A%2F%2Fagron.scijournals.org%2Fcgi%2Fcontent%2Fabstract%2F101%2F3%2F572')" href="http://agron.scijournals.org/cgi/content/abstract/101/3/572" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fagron.scijournals.org%2Fcgi%2Fcontent%2Fabstract%2F101%2F3%2F572','http%3A%2F%2Fagron.scijournals.org%2Fcgi%2Fcontent%2Fabstract%2F101%2F3%2F572')" target="_blank">Nesse link</a>, o trabalho feito nos Estados Unidos em que há maior abundância de dados, o autor constrói um modelo adapatado a 6 culturas, ele usa um programa em ambiente WINDOWS chamado RZWQM2 e que contém um subsistema específico para apoio à tomada de decisão chamado DSSAT 4.0.</p>
<p>Só pela descrição que fiz dá pra ver a diferença entre as pesquisas nessa área no Brasil e nos Estados Unidos, porém leiam os artigos e comentem suas imprenssões&#8230;</p>
<p><script type="text/javascript"><!--
google_ad_client = "pub-4676325895456143";
google_ad_slot = "2712125048";
google_ad_width = 468;
google_ad_height = 15;
//--></script>
<script type="text/javascript" src="http://pagead2.googlesyndication.com/pagead/show_ads.js"></script>
</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.mtagricola.com.br/2009/05/13/modelos-computacionais-para-a-agricultura/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

