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	<title>Maia Tecnologia Agrícola &#187; Agricultura</title>
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	<description>Alta Tecnologia na Agricultura</description>
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		<title>A origem do mercado de terras no Brasil</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Sep 2011 11:34:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Maia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Avaliação de Imóveis Rurais]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-383" title="A origem do mercado de terras no Brasil" src="http://www.mtagricola.com.br/wp-content/uploads/2011/09/A-origem-do-mercado-de-terras-no-Brasil-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></p>
<p>É uma coisa que não costumamos pensar, mas durante a colonização do Brasil, a terra deixou de ser indígena e passou a ser patrimônio público.</p>
<p><span id="more-382"></span><br />
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</p>
<p>A exploração da terra no Brasil colônia se dava por concessão (condicionada ao uso produtivo), como por exemplo, através de sesmarias até a Independência em 1822, ou por ocupação, cuja legalização deu-se com a promulgação da Lei de Terras (1850).</p>
<p>Sobre as sesmarias, o estado, recém-formado (Brasil) e sem capacidade para organizar a produção de alimentos, decide legar a iniciativa privada essa função. Este sistema surgiu em Portugal durante o século XIV, com a Lei das Sesmarias de 1375, criada para combater a crise agrícola e econômica que atingia o país e a Europa, e que a peste negra agravara.</p>
<p>Por meio desta lei, as terras passaram a ser adquiridas somente mediante compra e não mais pela simples ocupação ou posse. Com isso, imigrantes e trabalhadores desprovidos de recursos ficaram bastante privados da posse de terra própria, tendo de se sujeitar a trabalhar como empregados em terras de terceiros.</p>
<p>A partir deste momento a terra tornou-se um ativo, ou seja, fonte de renda futura para quem detém sua propriedade seja através do processo de produção seja via ganhos especulativos decorrentes da oscilação do preço.</p>
<p>O retorno da terra pode ser composto de duas partes:<br />
- Um retorno operacional (relacionado à sua utilização produtiva)<br />
- Um ganho ou uma perda de capital relacionado à variação de seu preço.</p>
<p>Talvez a determinação do valor da terra envolveria não somente os lucros que a atividade agropecuária poderia gerar, mas também uma expectativa de valorização. Ressalta-se que essa expectativa pode ser de ganhos ou perdas.</p>
<p>Referência: ZILLI, Julcemar Bruno. Valoração das propriedades rurais em Carazinho/RS e Cascavel/PR: uma análise das opções reais. 2010.</p>
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</p>
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		<title>Notas sobre Calcário</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Nov 2010 11:39:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Maia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Calcário]]></category>
		<category><![CDATA[agricola]]></category>
		<category><![CDATA[calagem]]></category>
		<category><![CDATA[calcário]]></category>
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		<description><![CDATA[Algumas informações sobre calcário que não costumamos ver nas escolas de agronomia, para quem nunca estudou o assunto é natural pensar no calcário como “rocha moída”, o que não é de tudo errado, no entanto, esse pó de pedra foi um dos responsáveis pelo sucesso da revolução verde.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-314" title="Rocha Calcária" src="http://www.mtagricola.com.br/wp-content/uploads/2010/11/rocha_calcaria-300x204.gif" alt="" width="300" height="204" />Algumas informações sobre calcário que não costumamos ver nas escolas de agronomia, para quem nunca estudou o assunto é natural pensar no calcário como “rocha moída”, o que não é de tudo errado, no entanto, esse pó de pedra foi um dos responsáveis pelo sucesso da revolução verde.</p>
<p><span id="more-312"></span></p>
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</p>
<p><strong>Definição</strong></p>
<p>Os calcários (do latim &#8220;calx -cis&#8221; , &#8220;cal&#8221;) são rochas sedimentares que contêm minerais com quantidades acima de 30% de carbonato de cálcio (aragonita ou calcita). Quando o mineral predominante é a dolomita (CaMg{ CO3}2 ou CaCO3. MgCO3) a rocha calcária é denominada calcário dolomítico.</p>
<p><strong>Cores do Calcário</strong></p>
<p>A coloração do calcário passa do branco ao preto, podendo ser cinza claro ou cinza escuro. Muitos calcários apresentam tons de vermelho, amarelo, azul ou verde dependendo do tipo e quantidade de impurezas que apresentam.</p>
<p><strong>Tipos de calcários</strong></p>
<p>Não existe uma classificação rigorosa aceita para agrupar os tipos de calcários. Entretanto, de forma grosseira, pode-se dividi-los em seis grupos:</p>
<p>- Dolomita: Um mineral de Carbonato de cálcio e magnésio</p>
<p>- Marga: Quando possui uma quantidade de argila entre 35 e 50%.</p>
<p>- Caliche: Calcário rico em carbonato de cálcio formado em ambientes semi-áridos.</p>
<p>- Tufo: Calcário esponjoso encontrado em águas de fonte devido à precipitação da carbonato de cálcio associado com matéria orgânica resultante da decomposição de vegetais.</p>
<p>- Conquífero: Formado pela acumulação de esqueletos e conchas.</p>
<p>- Giz: Calcário poroso de coloração branca formado pela precipitação de carbonato de cálcio com microorganismos.</p>
<p>- Travertino: São calcários densos encontrados em grutas e cavernas composta por calcite, aragonite e limonite</p>
<p>- Recifal: é um calcário de edificação que resulta da fixação de carbonato de cálcio por seres vivos, nomeadamente os corais.</p>
<p><strong>Usos</strong></p>
<p>Os principais usos do calcário são:</p>
<p>- Produção de cimento Portland.</p>
<p>- Produção de cal (CaO).</p>
<p>- Correção do pH do solo para a agricultura.</p>
<p>- Fundente em metalurgia.</p>
<p>- Fabricação de vidro.</p>
<p>- Como pedra ornamental.</p>
<p>Para adquirir Calcário Agrícola de excelente qualidade:</p>
<p><a title="http://www.mtagricola.com.br/calcario-dolomitico/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.mtagricola.com.br%2Fcalcario-dolomitico%2F','http%3A%2F%2Fwww.mtagricola.com.br%2Fcalcario-dolomitico%2F')" href="http://www.mtagricola.com.br/calcario-dolomitico/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.mtagricola.com.br%2Fcalcario-dolomitico%2F','http%3A%2F%2Fwww.mtagricola.com.br%2Fcalcario-dolomitico%2F')" target="_self">http://www.mtagricola.com.br/calcario-dolomitico/</a></p>
<p>Bruno Maia<br />
Engenheiro Agrônomo<br />
(34) 9123-1952<br />
<a title="bruno@mtagricola.com.br" href="mailto:bruno@mtagricola.com.br">bruno@mtagricola.com.br</a></p>
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		<item>
		<title>Efeitos da crise na agricultura brasileira</title>
		<link>http://www.mtagricola.com.br/2009/06/15/efeitos-da-crise-na-agricultura-brasileira/</link>
		<comments>http://www.mtagricola.com.br/2009/06/15/efeitos-da-crise-na-agricultura-brasileira/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2009 00:02:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Maia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[crédito rural]]></category>
		<category><![CDATA[crise]]></category>
		<category><![CDATA[dívida]]></category>

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		<description><![CDATA[A agricultura se desenvolve em ciclos. Em períodos curtos de tempo, passa por altos e baixos, no médio/longo prazo, no entanto, é sempre evolutiva. Isso é explicado porque a demanda por alimentos e energia é de crescimento constante.
Contribuem para os períodos de crise, entre outros fatores, adversidades climáticas, escassez de financiamento para o período que vai do plantio à venda, preços não remuneradores no mercado, falta de planejamento e governos omissos com o setor.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_256" class="wp-caption alignleft" style="width: 263px"><img class="size-full wp-image-256" title="agricultura" src="http://www.mtagricola.com.br/wp-content/uploads/2009/06/agricultura.jpg" alt="Agricultura x Crise" width="253" height="157" /><p class="wp-caption-text">Agricultura x Crise</p></div>
<p>A agricultura se desenvolve em ciclos.  Em períodos curtos de tempo, passa por altos e baixos, no médio/longo prazo, no entanto, é sempre evolutiva. Isso é explicado porque a demanda por alimentos e energia é de crescimento constante.</p>
<p>Contribuem para os períodos de crise, entre outros fatores, adversidades climáticas, escassez de financiamento para o período que vai do plantio à venda, preços não remuneradores no mercado, falta de planejamento e governos omissos com o setor.</p>
<p><span id="more-255"></span><br />
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</p>
<p>Muitos agricultores estão endividados e não conseguem obter financiamento para comprar máquinas e insumos. Mesmo produtores mais capitalizados estão temerosos e seguram o dinheiro para autofinanciar o próximo plantio. A cautela que se instaurou nas fazendas se reflete nos negócios da cidade.</p>
<p>É conflitante com a crise quando observamos hoje o valor pago por produtos como a soja. Embora o período de cotações recordes tenha ficado para trás, os preços reagiram e estão em um patamar positivo. Isso ressalta que a crise internacional mostra seu efeito sobre o crédito. Desde setembro de 2008, as fontes de recursos privados secaram &#8211; especialmente os financiamentos providos por tradings e fornecedores de insumos.</p>
<p>Com isso, ressurgiram com força problemas antigos, como o alto endividamento. Há décadas a dívida agrícola vem sendo rolada &#8211; e não para de crescer. O agronegócio acaba de concluir mais uma renegociação de 75 bilhões de reais em débitos, cujo pagamento foi parcelado. Nem assim o problema foi sanado.<br />
O alto endividamento é resultado do viciado sistema de crédito rural em vigor no Brasil há décadas. &#8220;A agricultura é uma atividade de risco, mas os produtores sempre apostam numa renegociação de juros e dilatação de prazos&#8221;, diz o economista Gervásio Castro de Rezende, professor da Universidade Federal Fluminense. Desde 2000, as operações de crédito rural quadruplicaram, atingindo o montante de 106 bilhões de reais, o que equivale a quase dois terços do produto interno bruto agropecuário.</p>
<p>Estimativas da Associação dos Produtores de Soja do Mato Grosso apontam que 70% dos 100. 000 produtores do estado expandiram seus negócios à base de financiamentos. É claro que crédito é fundamental para a expansão de qualquer setor da economia. O problema é que, nesse caso, ele se tornou uma espécie de dinheiro fácil, estimulado pela certeza de repactuações cíclicas dos débitos. &#8220;Há 20 anos estamos renegociando dívidas. Se nada for feito, daqui a 20 anos estaremos na mesma situação&#8221;, diz Luiz Carlos Guedes Pinto, vice-presidente do Banco do Brasil e ex-ministro da Agricultura.</p>
<p>Produtores e associações ruralistas temem que a falta de crédito contamine a próxima safra, cuja fase de compra de insumos deveria ter começado &#8211; mas não começou &#8211; em março. Para tentar melhorar a situação, no final do mês o Banco do Brasil antecipou a liberação de recursos para a aquisição de fertilizantes e sementes. A instituição também deve aumentar em 20% o volume de crédito para a próxima safra, passando de 35 bilhões de reais para 42 bilhões.</p>
<p>A histórica redução da taxa Selic em um ponto percentual, de 10,25% para 9,25%, foi positiva para o setor agrícola, pois abre espaço para conter a entrada do dólar na economia brasileira. É a primeira vez desde a criação do Copom, em junho de 1996, que a Selic atinge o patamar de um dígito.</p>
<p>O Plano Agrícola e Pecuário 2009/2010 será anunciado no dia 22/06/09, em solenidade a partir das 15 horas, em Londrina/PR. Dos R$ 93 bilhões previstos para o programa, R$ 12,3 bilhões servirão como capital de giro para as agroindústrias.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Grátis &#8211; Planilha de calagem 1.5</title>
		<link>http://www.mtagricola.com.br/2009/05/19/gratis-planilha-de-calagem-15/</link>
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		<pubDate>Tue, 19 May 2009 21:08:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Maia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agroinformática]]></category>
		<category><![CDATA[adubação]]></category>
		<category><![CDATA[calagem]]></category>
		<category><![CDATA[freeware]]></category>
		<category><![CDATA[gratuita]]></category>
		<category><![CDATA[planilha]]></category>

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		<description><![CDATA[Versão 1.5 da planilha de calagem totalmente gratuita.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_144" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><a href="http://www.mtagricola.com.br/2009/05/19/gratis-planilha-de-calagem-15gratis-planilha-de-calagem-15/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.mtagricola.com.br%2F2009%2F05%2F19%2Fgratis-planilha-de-calagem-15gratis-planilha-de-calagem-15%2F','CB055265')"><img class="size-full wp-image-144" title="CB055265" src="http://www.mtagricola.com.br/wp-content/uploads/2009/05/solo_nas_maos.jpg" alt="Solo em boas mãos" width="200" height="160" /></a><p class="wp-caption-text">Solo em boas mãos</p></div>
<p>O que era bom ficou melhor! É a versão 1.5 da planilha de calagem. O espírito é o mesmo esse é um projeto freeware. Totalmente gratuito e sem segundas intenções.</p>
<p><span id="more-142"></span><br />
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</p>
<p>Nessa versão ela classificaca mais teores. Eu fiz também uma melhor divisão dos tipos de dados separando:</p>
<ul>
<li>Dados da análise de solo</li>
<li>Dados da cultura</li>
<li>Dados do calcário</li>
<li>Calagem</li>
</ul>
<div id="attachment_155" class="wp-caption aligncenter" style="width: 560px"><a href="http://www.mtagricola.com.br/wp-content/uploads/2009/05/planilha_de_calagem_1_5.png" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.mtagricola.com.br%2Fwp-content%2Fuploads%2F2009%2F05%2Fplanilha_de_calagem_1_5.png','planilha_de_calagem_1_5')"><img class="size-full wp-image-155" title="planilha_de_calagem_1_5" src="http://www.mtagricola.com.br/wp-content/uploads/2009/05/planilha_de_calagem_1_5.png" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.mtagricola.com.br%2Fwp-content%2Fuploads%2F2009%2F05%2Fplanilha_de_calagem_1_5.png','planilha_de_calagem_1_5')" alt="Planilha de calagem 1.5" width="550" height="471" /></a><p class="wp-caption-text">Planilha de calagem 1.5</p></div>
<p>Como eu já havia dito, pra melhorar a planilha eu preciso da ajuda de vocês. Pra poder usar a planilha em outros estados, preciso das tabelas de classificação de nutrientes de cada estado. Pra poder fazer isso que fiz nessa: &#8220;Muito Bom&#8221;, &#8220;Bom&#8221;, &#8220;Médio&#8221;, &#8220;Baixo&#8221;, &#8220;Muito baixo&#8221;.</p>
<p>Também preciso da metodologia utilizada em cada estado. A próxima que estou desenvolvendo é &#8220;Neutralização do Alumínio&#8221;.</p>
<p>Ainda quero que a planilha recomende o tipo de calcário a ser utilizado e que calcule também as despesas da aplicação.</p>
<p>E você? Qual sua sugestão?Qual é o seu estado? Como é a tabela de classificação dos teores aí? Bate com os resultados da nossa planilha? Qual a metodologia usada para o cálculo da necessidade de calagem?</p>
Note: There is a poll embedded within this post, please visit the site to participate in this post's poll.
<p>Outras formas de ajudar:</p>
<ul>
<li>Divulgando o projeto.</li>
<li>Apoiando os anunciantes do site, ele me apoiam.</li>
<li>Fazendo uma doação para o projeto.</li>
</ul>
<p style="text-align: center;">Para doar clique no link abaixo:</p>
<p><!-- INICIO FORMULARIO BOTAO PAGSEGURO --></p>
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<p><!-- FINAL FORMULARIO BOTAO PAGSEGURO --></p>
<p>Para baixa a versão 1.5 da planilha clique no link com o botão direito e depois em &#8220;Salvar como&#8221;.</p>
<h1 style="text-align: center;"><a title="Planilha de calagem Versão 1.7" href="http://www.mtagricola.com.br/2009/05/29/planilha-de-calagem-17/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.mtagricola.com.br%2F2009%2F05%2F29%2Fplanilha-de-calagem-17%2F','Planilha+de+calagem+Vers%C3%A3o+1.7')" target="_self">PLanilha de Calagem Versão 1.7</a></h1>
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		</item>
		<item>
		<title>Suco de tiririca (Cyperus) pra enraizar</title>
		<link>http://www.mtagricola.com.br/2009/05/15/suco-de-tiririca-cyperus-pra-enraizar/</link>
		<comments>http://www.mtagricola.com.br/2009/05/15/suco-de-tiririca-cyperus-pra-enraizar/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 15 May 2009 17:41:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Maia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[auxinas]]></category>
		<category><![CDATA[enraizamento]]></category>
		<category><![CDATA[fitohormônios]]></category>

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		<description><![CDATA[Extrato de tubérculos de tiririca usado como enraizador.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_107" class="wp-caption alignleft" style="width: 244px"><a href="http://www.mtagricola.com.br/2009/05/15/suco-de-tiriri…s-pra-enraizarsuco-de-tiririca-cyperus-pra-enraizar/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.mtagricola.com.br%2F2009%2F05%2F15%2Fsuco-de-tiriri%E2%80%A6s-pra-enraizarsuco-de-tiririca-cyperus-pra-enraizar%2F','cyperus_rotundus_tuber01')"><img class="size-full wp-image-107" title="cyperus_rotundus_tuber01" src="http://www.mtagricola.com.br/wp-content/uploads/2009/05/cyperus_rotundus_tuber01.jpg" alt="Tubérculo de Cyperus rotundus" width="234" height="175" /></a><p class="wp-caption-text">Tubérculo de Cyperus rotundus</p></div>
<p>Creio que todos já ouviram falar da tiririca (Cyperus rotundus L.), ela é considerada como a mais importante planta infestante do mundo, devido aos seguintes fatores:<br />
•	Sua ampla distribuição;<br />
•	Capacidade de competição e agressividade;<br />
•	Dificuldade de controle e erradicação.</p>
<p><span id="more-106"></span><script type="text/javascript"><!--
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</p>
<p>A tiririca se reproduz a partir de seus tubérculos, eles podem permanecer dormentes no solo por longos períodos e podem apresentar diferentes efeitos alelopáticos no desenvolvimento de espécies herbáceas.</p>
<p>Existem pesquisas dizendo que esses tubérculos possuem substâncias que<br />
são inibitórias para algumas plantas cultivadas (alelopatia), mas também há aqueles que afirmam que essas mesmas substâncias podem ser usadas para indução de raízes em estacas, ou seja, atuam como sinergistas do ácido indol acético (IAA), substituindo as auxinas sintéticas (fitohormônios).</p>
<p>São exemplos de auxinas sintéticas:<br />
•	Ácido indol butírico (IBA)<br />
•	Ácido naftaleno acético (NAA)</p>
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</p>
<p>A grande questão se dá porque descobriram que há presença de ácido indol acético (IAA) nos tubérculos da tiririca, criando a teoria de que o enraizamento de estacas poderia ser melhorado aplicando-se na base estacas (para reprodução vegetativa) uma solução (suco) feita a partir de tubérculos de tiririca, porém em concentrações não muito altas as quais poderiam se tornar tóxicas para as plantas.</p>
<p>São fatores que afetam o enraizamento de estacas:</p>
<ul>
<li>Tratamento com reguladores vegetais &#8211; Também chamados de fitohormônios ou auxinas, que trazem como benefícios:
<ul>
<li>Estimulama a iniciação radicial</li>
<li>Promovem o aumento da porcentagem de estacas enraizadas, acelera o tempo de formação das raízes</li>
<li>Diminuem a permanência das estacas no leito de enraizamento.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<ul>
<li>Fatores genéticos da planta &#8211; Tais como o conteúdo de água e o teor de reservas de nutrientes.</li>
<li>Fatores externos &#8211; Substrato, umidade, temperatura.</li>
<li>Épocas de coleta das estacas &#8211; A melhor época do ano pra se coletar estacas varia de espécie para espécie.</li>
</ul>
<p>Existem muitos trabalhos científicos falando sobre o efeito alelopático da tiririca, já sobre o efeito enraizador do extrato de seus tubérculos é um assunto que se mostra controverso, porque pesquisadores trabalharam com espécies vegetais diferentes e com metodologias diferentes e apenas na menor parte deles o extrato de tubérculos de tiririca mostrou o que chamamos de eficácia agronômica.</p>
<p>Qual sua opinião? O suco de tiririca funciona? Têm alguma experiência prática? Faça comentários, classifique com as estrelinhas, dê sugestões.</p>
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</p>
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</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Grátis &#8211; Planilha de calagem</title>
		<link>http://www.mtagricola.com.br/2009/05/14/gratis-planilha-de-calagem/</link>
		<comments>http://www.mtagricola.com.br/2009/05/14/gratis-planilha-de-calagem/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 14 May 2009 19:25:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Maia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[adubação]]></category>
		<category><![CDATA[calagem]]></category>
		<category><![CDATA[calcário]]></category>
		<category><![CDATA[grátis]]></category>
		<category><![CDATA[planilha]]></category>

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		<description><![CDATA[Planilha de calagem 1.0 grátis! Free!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_96" class="wp-caption alignleft" style="width: 202px"><a href="http://www.mtagricola.com.br/2009/05/14/gratis-planilha-de-calagemgratis-planilha-de-calagem/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.mtagricola.com.br%2F2009%2F05%2F14%2Fgratis-planilha-de-calagemgratis-planilha-de-calagem%2F','calagem')"><img class="size-medium wp-image-96" title="calagem" src="http://www.mtagricola.com.br/wp-content/uploads/2009/05/calagem-300x177.jpg" alt="Calabem" width="192" height="113" /></a><p class="wp-caption-text">Calabem</p></div>
<p style="text-align: justify;">Olá pessoal! Como vocês devem saber, eu sou Engenheiro Agrônomo, outro dia encontrei em um site uma planilha de calagem feita com o perdão da palavra &#8220;mau e porcamente&#8221; que custava R$ 15,00. Achei um absurdo, então como eu tenho mania de coisas grátis, resolvi implementar uma planilha muito melhor e disponiblizá-la aqui pra vocês &#8220;FREE&#8221;, totalmente de grátis!</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-92"></span></p>
<p style="text-align: center;"><script type="text/javascript"><!--
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</p>
<p style="text-align: justify;">Essa é a versão 1.0 da planilha, não têm nada de complicado, por enquanto&#8230; hehehe, porém preciso da ajuda de vocês pra poder complicá-la.</p>
<div id="attachment_97" class="wp-caption alignnone" style="width: 555px"><a href="http://www.mtagricola.com.br/wp-content/uploads/2009/05/planilha_calagem.png" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.mtagricola.com.br%2Fwp-content%2Fuploads%2F2009%2F05%2Fplanilha_calagem.png','planilha_calagem')"><img class="size-full wp-image-97" title="planilha_calagem" src="http://www.mtagricola.com.br/wp-content/uploads/2009/05/planilha_calagem.png" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.mtagricola.com.br%2Fwp-content%2Fuploads%2F2009%2F05%2Fplanilha_calagem.png','planilha_calagem')" alt="Planilha de calagem grátis!" width="545" height="352" /></a><p class="wp-caption-text">Planilha de calagem grátis!</p></div>
<p style="text-align: justify;">O usuário só pode preencher as células com o texto em vermelho. A planilha classifica os valores de Ca, Mg, t, T, SB e V automaticamente em &#8220;Muito Bom&#8221;, &#8220;Bom&#8221;, &#8220;Médio&#8221;, &#8220;Baixo&#8221; e &#8220;Muito baixo&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">A planilha calcula pelo método de saturação por bases a NC (Necessidade de Calcário) e  QC (Quantidade de Calcário) com base na SC (superfície de contato) e na PF (Profundidade de incorporação).</p>
<p style="text-align: justify;">O visual está adequado para a imprenssão. Vale lembrar que as fórmulas foram criadas usando o livro &#8220;5ª Aproximação&#8221;, logo os valores obtidos são válidos para o estado de Minas Gerais.</p>
<h3><span style="color: #000000;">O que podemos aperfeiçoar?</span></h3>
<h3><span style="color: #0000ff;">Dê suas sugestões nos comentários.</span> <span style="color: #ff0000;">Vote na enquete.</span></h3>
<p style="text-align: center;">Note: There is a poll embedded within this post, please visit the site to participate in this post's poll.</p>
<p>Outras formas de ajudar:</p>
<ul>
<li>Divulgando o projeto.</li>
<li>Apoiando os anunciantes do site, ele me apoiam.</li>
<li>Fazendo uma doação para o projeto.</li>
</ul>
<p style="text-align: center;">Para doar clique no link abaixo:</p>
<input name="email_cobranca" type="hidden" value="bruno@mtagricola.com.br" />
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<p><!-- FINAL FORMULARIO BOTAO PAGSEGURO --></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><a title="Já temos a versão 1.5 da Planilha de calagem - Para vê-la clique aqui" href="http://www.mtagricola.com.br/2009/05/19/gratis-planilha-de-calagem-15/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.mtagricola.com.br%2F2009%2F05%2F19%2Fgratis-planilha-de-calagem-15%2F','J%C3%A1+temos+a+vers%C3%A3o+1.5+da+Planilha+de+calagem+-+Para+v%C3%AA-la+clique+aqui')" target="_self">Já temos a versão 1.5 da Planilha de calagem &#8211; Para vê-la clique aqui</a></p>
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</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Ciência agrícola mostra seu calcanhar-de-aquiles</title>
		<link>http://www.mtagricola.com.br/2009/05/14/ciencia-agricola-mostra-seu-calcanhar-de-aquiles/</link>
		<comments>http://www.mtagricola.com.br/2009/05/14/ciencia-agricola-mostra-seu-calcanhar-de-aquiles/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 14 May 2009 13:29:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Maia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agroinformática]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[embrapa]]></category>

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		<description><![CDATA[Fala sobre o um projeto chamado "Cabrito ecológico", é uma crítica à falta de pesquisas voltada para a agricultura familiar e faz um relato interessante sobre a história da EMBRAPA.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption alignleft" style="width: 194px"><a href="http://www.mtagricola.com.br/2009/05/14/ciencia-agrico…har-de-aquilesciencia-agricola-mostra-seu-calcanhar-de-aquiles/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.mtagricola.com.br%2F2009%2F05%2F14%2Fciencia-agrico%E2%80%A6har-de-aquilesciencia-agricola-mostra-seu-calcanhar-de-aquiles%2F','Qual+a+melhor+ci%C3%AAncia%3F')"><img title="Qual a melhor ciência?" src="http://network.nationalpost.com/np/blogs/fpcomment/junkscience.jpg" alt="Qual a melhor ciência?" width="184" height="184" /></a><p class="wp-caption-text">Qual a melhor ciência?</p></div>
<p>O texto a seguir fala sobre o um projeto chamado &#8220;Cabrito ecológico&#8221;, é uma crítica à falta de pesquisas voltada para a agricultura familiar e faz um relato interessante sobre a história da EMBRAPA.</p>
<p>O Brasil dispõe do sistema de ciência e tecnologia agrícola mais desenvolvido do mundo tropical, com múltiplas soluções ambientais e de produtividade, mas que poucas vezes chega ao seu suposto principal beneficiário: o pequeno agricultor. &#8220;Esse é o gargalo&#8221;, admite Alfredo Barreto Luiz, pesquisador que exerceu várias funções de direção na Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), uma rede de 38 centros científicos e três de serviços distribuídos por todo o país.</p>
<p><span id="more-77"></span></p>
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</p>
<p>A Embrapa foi criada há 35 anos junto com outra empresa estatal para a extensão rural, que acabou desmantelada em 1990 sem que sua tarefa fosse bem desempenhada por nenhum órgão estatal ou local de assistência técnica. Assim “rompeu-se o círculo” que começa na demanda do agricultor, gera pesquisas da Embrapa e deveria retornar com respostas para o campo, disse Barreto ao Terramérica. Um exemplo é o processo de produção sustentável de cabras, desenvolvido pela Embrapa Semi-Árido, centro dedicado ao ecossistema mais seco e mais pobre do Brasil, no Nordeste.</p>
<p>Trata-se da criação de cabras por pequenos produtores para obter carne mediante um manejo alimentar, sanitário e reprodutivo mais eficiente, explicou o veterinário Daniel Maia, um dos responsáveis pelo projeto. Maia informou ao Terramérica que a técnica, comprovada em duas propriedades, não pode ser levada a outras por falta de recursos. O gado caprino é adequado para o Nordeste, onde há 9,6 milhões de cabeças e pode ser uma boa fonte de renda para os camponeses, pois permite abater reses de sete meses para venda da carne. O gado bovino exige mais tempo, terras e investimentos fora do alcance de agricultores pobres, destacou o pesquisador.</p>
<p>Maia propôs cruzar raças nativas com reprodutores estrangeiros, mais produtivos, em grupos e épocas favoráveis, para obter muitas crias da mesma idade e melhorar o controle dos filhotes e a comercialização. A alimentação, com espécies forrageiras locais e estoques em silos para garantir rações durante o verão, permite criar dois bodes por hectare, mais que o dobro da produtividade usual. Para garantir um gado orgânico, apela-se para cuidados higiênicos e medicamentos naturais, à base de vegetais locais de eficácia comprovada, recorrendo a remédios químicos apenas em último caso, disse Maia.</p>
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</p>
<h3>Filha da revolução verde</h3>
<p>A Embrapa, que no final de 2007 empregava 2.294 pesquisadores e 6.338 assistentes, nasceu para promover a revolução verde e aumentar a produtividade com fins claramente econômicos, “No que não foi eficiente”, observou Tatiana Sá, membro da direção-executiva que trabalha na instituição desde 1974. Quase todos os pesquisadores eram agrônomos, mas a partir dos anos 90 se diversificou o quadro &#8211; com geólogos, cartógrafos, especialistas em estatísticas e muitos outros técnicos com pós-graduação, antes escassos no Brasil &#8211; para responder aos novos desafios da sustentabilidade ambiental e às demandas crescentes de autonomia e poder dos movimentos sociais, reforma agrária e controle social, recordou Tatiana. Nesse processo também foram criadas novas unidades de pesquisa e serviços, como as de Meio Ambiente, Agrobiologia e Agroenergia.</p>
<p>A Embrapa foi decisiva para “acrescentar ciência e segurança à agricultura tropical”, embora o Brasil tenha o “privilégio” de abrigar os mais variados ecossistemas e climas, disse a diretora. Assim, o país superou “a inferioridade técnica” de receptor de tecnologias do mundo desenvolvido e passou para uma cooperação internacional de mão dupla, instalando laboratórios virtuais que são “antenas” na Europa e nos Estados Unidos, para articular grupos e captar “novas agendas”, explicou Tatiana. A cooperação Sul-Sul, mais recente, começa com um escritório na África.</p>
<p>Uma linha de trabalho da Embrapa é a de reduzir insumos agrícolas, como os caros fertilizantes quase sempre importados, por razões econômicas e ambientais. Uma inovação &#8211; que aumentou a competitividade agrícola brasileira e economizou milhares de milhões de dólares em fertilizantes derivados do petróleo &#8211; se baseou no aproveitamento da fixação do nitrogênio do ar por parte da soja, acentuada quando são inoculadas bactérias nas plantas. A Embrapa desenvolve e transfere tecnologia de forma gratuita a grupos organizados de agricultores, cooperativas, sindicatos rurais e prefeituras, entre outras entidades. Financia todas as suas atividades com orçamento público e às vezes também com fundos a título de patentes e serviços.</p>
<p>Diante do desafio da mudança climática, a Embrapa atua em três eixos: reduzir as vulnerabilidades, diminuir as emissões de gases causadores do efeito estufa e adaptar-se às novas condições. Com seus variados climas, o Brasil tem espécies de grande resistência à escassez e ao excesso de água.</p>
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</p>
<h3>A chave da produtividade</h3>
<p>“A maior contribuição ambiental”, que a ciência e a tecnologia agrícola podem oferecer, “é o aumento da produtividade”, já enorme no Brasil, afirma Barreto. Ao usar “menos terras e menos insumos”, contamina-se menos. Sem a produtividade alcançada nos últimos 30 anos, a área desmatada seria enorme, argumentou. Entretanto, também há problemas. A produção se baseou excessivamente em agrotóxicos, abuso estimulado pelo petróleo barato. “A revolução verde foi subsidiada pelo baixo custo dos insumos fósseis”, admitiu Barreto.</p>
<p>Além do mais, os desequilíbrios são brutais: há “campeões da produtividade que chegam a 16 toneladas de milho por hectare, contra uma média de três toneladas” e fazendas que produzem muito menos, afirmou o pesquisador. Muitos agricultores ignoram as tecnologias disponíveis, dados sobre solos, sementes adaptadas ou como combater pragas, outros não têm recursos financeiros para aplicá-los. Por isso, é vital a assistência técnica extensiva, disse Barreto. O desenvolvimento e a transferência de tecnologias aos pequenos agricultores têm de ser estatais, porque o setor privado se orienta para o lucro, afirmou.</p>
<p>Além de ser “o país que mais entende de agricultura tropical”, o Brasil tem a vantagem de a desenvolver com “menor dependência do petróleo”. A semeadura direta, que deixa os resíduos vegetais da colheita sobre o solo, “armazenando água e matéria orgânica”, é uma prática que se generalizou no país, e aproveita o nitrogênio e o carbono desses dejetos, explicou Barreto. O calor e a umidade geram “uma intensa atividade microbiana” no solo, favorecendo esse processo que economiza fertilizantes, acrescentou. Sem as pressões econômicas de curto prazo, a agricultura seria ecológica, porque “os recursos naturais representam uma necessidade vital”, acrescentou.</p>
<p>A Embrapa adotou, ultimamente, iniciativas para “uma ciência mais harmônica com o meio ambiente”, mas ainda são “marginais”, e o modelo de “uso intensivo de insumos, petróleo e energia” mantém seu predomínio, disse Luciano Silveira, um dos coordenadores da não-governamental Articulação do Semi-Árido (Asa), uma rede de mais de 700 movimentos e organizações sociais do Nordeste, que dissemina, associada com a população, tecnologias para conviver com o semi-árido. Construir um milhão de cisternas, pequenas represas subterrâneas e outras formas de armazenar água para beber e plantar e criar bancos comunitários de sementes são algumas ações da Asa, que ganhou reconhecimento por seu êxito ambiental, social e de participação popular.</p>
<p>Por Mario Osava, correspondente da IPS.</p>
<p>Artigo produzido para o Terramérica, projeto de comunicação dos Programas das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) e para o Desenvolvimento (Pnud), realizado pela Inter Press Service (IPS) e distribuído pela Agência Envolverde.</p>
<p>© Copyleft &#8211; É livre a reprodução exclusivamente para fins não comerciais, desde que o autor e a fonte sejam citados e esta nota seja incluída.</p>
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</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Vegetais gigantes</title>
		<link>http://www.mtagricola.com.br/2009/05/13/vegetais-gigantes/</link>
		<comments>http://www.mtagricola.com.br/2009/05/13/vegetais-gigantes/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 13 May 2009 20:13:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Maia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[vegetais gigantes]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.mtagricola.com.br/?p=82</guid>
		<description><![CDATA[Fotos de vegetais gigantes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption alignleft" style="width: 218px"><img title="batata" src="http://completeall.com/pictures/giant-vegetables/1.jpg" alt="" width="208" height="143" /><p class="wp-caption-text">Tirei essa batata só com um enxadão.</p></div>
<p>Veja as fotos desses vegetais, acho que algumas são montagens mas enganam bem&#8230; srsrsr</p>
<p><span id="more-82"></span></p>
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</p>
<p><img class="alignnone" title="batata" src="http://completeall.com/pictures/giant-vegetables/1.jpg" alt="" width="552" height="380" /></p>
<p><img class="alignnone" title="couve-flor" src="http://completeall.com/pictures/giant-vegetables/2.jpg" alt="" width="552" height="380" /></p>
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</p>
<p><img class="alignnone" title="abóbora" src="http://completeall.com/pictures/giant-vegetables/5.jpg" alt="" width="552" /></p>
<p><img class="alignnone" title="melancia" src="http://completeall.com/pictures/giant-vegetables/6.jpg" alt="" width="552" /><br />
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<br />
<img class="alignnone" title="abóbora e alho porró" src="http://completeall.com/pictures/giant-vegetables/7.jpg" alt="" width="552" /></p>
<p><img class="alignnone" title="couver-flor" src="http://completeall.com/pictures/giant-vegetables/11.jpg" alt="" width="552" /></p>
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</p>
<p><img class="alignnone" title="abóbora" src="http://completeall.com/pictures/giant-vegetables/12.jpg" alt="" width="552" /></p>
<p><img class="alignnone" title="tomate" src="http://completeall.com/pictures/giant-vegetables/15.jpg" alt="" width="552" /></p>
<p><img class="alignnone" title="tomate" src="http://completeall.com/pictures/giant-vegetables/16.jpg" alt="" width="552" /></p>
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