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Nesta vídeo-aula começamos falando sobre as frações maiores do solo como as rochas, cascalho e das partículas menores do solo como areia, silte e argila. Falaremos também de elementos químicos presentes no solo bem como dos principais minerais constituintes do solo. Isso tem uma relação direta com a fertilidade do solo, pois a composição mineral do solo afeta a sua CTC (Capacidade de troca de cátions) e outras variáveis que tornam um solo mais fértil ou menos fértil.
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Nesta vídeo-aula abordaremos a porosidade do solo. Lembrando que estamos passando pelos conceitos básicos do solo antes de entrarmos em outros conteúdos mais profundo. Veremos a importância de haver espaços entre as partículas do solo. Sabendo que o processo de formação de partículas do solo se chama meteorização e que estas não estão unidas perfeitamente entre si, existem espaços vagos entre elas esses espaços vagos recebem os nomes de macroporos e microporos.
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Segunda vídeo aula do Curso de Solos e Fertilidade de Solos produzido por Bruno Maia (Maia Tecnologia Agrícola) com o objetivo de produzir material para educação e popularização de Ciência &Tecnologia. Curso interessante para estudantes e profissionais de agronomia, biologia, engenharia ambiental, zootecnia técnico em agropecuária e outras ciências agrárias ou ambientais. Você pode participar enviando sua dúvida, dando sugestões e ajudando a divulgar o curso.
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Primeira vídeo aula do Curso de Solos e Fertilidade de Solos produzido por Bruno Maia (Maia Tecnologia Agrícola) com o objetivo de produzir material para educação e popularização de Ciência &Tecnologia. Curso interessante para estudantes e profissionais de agronomia, biologia, engenharia ambiental, zootecnia técnico em agropecuária e outras ciências agrárias ou ambientais. Você pode participar enviando sua dúvida, dando sugestões e ajudando a divulgar o curso.
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Este artigo analisa a sustentabilidade na produção zootécnica de pequenas e médias propriedades produtoras de leite que localizam-se em solo marginais com problemas de degradação das pastagens, usando os sistemas: extensivo e intensivo de criação, tendo como opções de soluções a utilização do Sistema de Plantio Direto, rotacionando as culturas, contribuindo para o Sistema Integração Lavoura-pecuária. Enquanto, que no sistema intensivo faz-se a reposição de nutrientes por meio da adubação do solo, buscando uma alta qualidade da pastagem.
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Temos aqui um panorama geral dos preços e características dos imóveis rurais na região de Rio Verde, GO.
No recente crescimento do agronegócio brasileiro, a cidade de Rio Verde tem se destacado por ser grande produtora de grãsos além de contar com uma importante estrutura agro-industrial.
Segundo o IBGE a população da cidade em 2010 era de 176.502 habitantes e o seu PIB foi de R$ 4,260 bilhões em 2009.
Artigo apresentado no I Congresso Estadual de Iniciação Científica do IF Goiano e a I Semana de Formação Docente em Educação para a Ciência.
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Para projetos de irrigação é fundamental saber o volume da água disponível na sua propriedade, mesmo porque sem essa informação não é possível conseguir a outorga, existem vários métodos para se determinar a vazão de um curso d’água vamos abordar aqui o método do flutuador.
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Assista ao vídeo sobre a colhedora florestal do tipo feller-buncher da marca Komatsu.
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Cada região tem seu próprio clima, as condições ambientais interferem no desenvolvimento das plantas e na produção das culturas oleráceas ou não. É necessário entender cada um desses fatores, todos os produtores, pesquisadores e estudantes que trabalham com olericultura comercial deve dominar esses assuntos em suas bases científicas.
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Introdução ao cultivo das Oleráceas
Anotações de Aula – Olericultura/Aula 01
Curso Técnico em Agropecuária – 2º Período
Instituto Federal Goiano – Campus Rio Verde
Professor: Bruno Maia, Eng. Agrônomo, M. Sc.
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